sexta-feira, 17 de outubro de 2014

CONHECENDO BRASÍLIA-6a. ETAPA

Prossegui em minha caminhada por Brasília, enfrentando o clima extremamente seco, que o gaúcho tende a estranhar passando pelo desconforto dele decorrente. Muita água foi necessária em minhas caminhadas, mas a visitação de locais tantas vezes divulgados pela Mídia compensou a sensação causada pela falta de umidade no ar, que chegava às vezes a menos de vinte por cento. Conheci, então o Museu Nacional, próximo da Biblioteca e do Congresso. Achei o interior do Museu bastante interessante. Ali encontrei exposta uma obra de Vic Muniz, que trouxe parte de seu acervo para Porto Alegre,permitindo conhecermos seu trabalho no Santander Cultural.  Tive oportunidade, também de registrar minha presença junto ao Memorial J.K.

                                                                       
VISTA EXTERNA DO MUSEU


INTERIORES




OBRA DE VIC MUNIZ

TELA DO ACERVO DO MUSEU

TELA DO ACERVO DO MUSEU

MEMORIAL J. K.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

CONHECENDO BRASÍLIA-5a.ETAPA

Nessa etapa, iniciei conhecendo a Catedral Metropolitana Na.Sa.Aparecida, projetada por Oscar Niemayer. Foi o primeiro monumento a ser criado na cidade.Seus vidros externos transparentes, esculturas em bronze, representando os quatro evangelistas, de autoria de Alfredo Ceschiatti, os três anjos suspensos por cabos de aço em seu interior, são elementos que merecem destaque, além da Via-Sacra, obra de Di Cavalcanti e uma escultura da Pietá. A Biblioteca Nacional, também conhecida por Biblioteca Nacional de Brasília -Leonel de Moura Brizola- é outro monumento que faz parte do Complexo Cultural da República. Já o Teatro Nacional,com bela estrutura arquitetônica, carece de manutenção externa e interna.

                                                                            
CATEDRAL DE BRASÍLIA






BIBLIOTECA NACIONAL DE BRASÍLIA-LEONEL DE MOURA BRIZOLA.


TEATRO NACIONAL CLAUDIO SANTORO

VIAGEM DE PORTO ALEGRE A BRASÍLIA- 4a. ETAPA

Finalmente chegamos à Capital Federal. Depois de localizarmos o Flat onde ficamos, na Zona Hoteleira, como é denominado o bairro, localizado na Vila Planalto, uma noite de repouso e iniciei minha peregrinação pela cidade. O primeiro recanto de interesse, bem no Centro, foi a Torre da TV, projeto de Lúcio Costa. Com 230 metros de altura, um mezanino aos 25m. e o mirante aos 75m., onde sobe-se por elevador, sem qualquer custo, tive oportunidade de visualizar Brasília sob vários ângulos. A fonte e o jardim, mesmo com sua grama sofrida pela seca, foram os itens que mais me cativaram na cidade. A fonte é composta por 21 taças automáticas, dois conjuntos de jatos, uma palmeira d'água e um jato vertical que lança água a 50m de altura. Foi projetada por José Tabacow e Homyoshi Ono, do escritório de Burle Marx. Além de apreciarmos a vista do Palácio dos Três Poderes, ao longe, a Biblioteca Nacional e o Museu, bem como a Rodoviária local, por outro ângulo vemos o estádio Mané Garrincha e outros recantos de Brasília. Bem próximo dali, o Brasília Shopping foi meu espaço escolhido para almoço. Com uma arquitetura denotando o modernismo, mereceu uma foto.   

                                                                         
TORRE DA TV

VISTAS A PARTIR DO MIRANTE DA TORRE





BRASÍLIA SHOPPING

VIAGEM DE PORTO ALEGRE A BRASÍLIA-3a ETAPA

Já anoitecera quando saímos de Ribeirão Preto ingressando no estado de Minas Gerais. Em nosso trajeto, encontramos vários rios. Em Minas, deparamos com o Araguari. Pretendíamos pernoitar em Uberaba, mas por sugestão de meu filho, avançamos um pouco mais e chegamos a Uberlândia. A cidade, bastante movimentada em seu trânsito, não nos trouxe nada de atrativo. Tivemos dificuldade com hospedagem, pois ocorria um evento agro-pecuário na região e os hotéis estavam lotados. Restou um pequeno hotel junto ao Centro. O ruído de veículos, desde a madrugada, perturbou nosso sono. Dei uma caminhada, bem cedo, para esticar as pernas, pois tínhamos muito "chão" pela frente ao ingressar em Goiás.Apenas me chamou atenção um dos abrigos de ônibus, bem moderno, comparando com os nossos em Porto Alegre. Ao reiniciarmos a viagem, já no estado de Goiás, o único rio que cruzamos foi o Paranabaíba. Percorremos, então, o Cerrado. As obras, na estrada, atrasaram nossa viagem. Tivemos várias paradas e espera, quando aproveitamos por sugestão do filho, para penetrar na vegetação e conhecer o bioma da região.Minha grande surpresa foram as folhas dos pequenos arbustos castigados pela seca inclemente, que brotavam, verdejantes, resistindo ao calor e falta de umidade, características do Cerrado. Folhas duras como folhagens artificiais, no entanto, cheias de vida.A casca das pequenas árvores, lembra o corticeiro, por sua porosidade e retém umidade, protegendo a planta, durante o período da seca   

                                                                                
ABRIGO DE ÔNIBUS EM UBERLÂNDIA

RIO ARAGUARI-MINAS GERAIS


PLANTAS DO CERRADO-GOIÁS




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

VIAGEM DE PORTO ALEGRE A BRASÍLIA-2A.ETAPA

Continuando nosso percurso por São Paulo, cujo interior tem ótimas estradas, bem sinalizadas, passamos por uma pequena barragem, em ITAÍ, depois pela represa de JURUMIM e pela barragem do rio TIETÊ, que nos surpreenderam pelo volume d'água, considerando o problema que a Capital está atravessando com o a seca, principalmente onde está localizada a barragem de Cantareira, tão noticiada na imprensa. Anoitecia quando nos aproximamos de Ribeirão Preto, oportunidade em que fotografei o Pôr-do-sol nos canaviais, após a passagem por várias plantações de café.

                                                                           
ITAÍ

ITAÍ

JURUMIM

JURUMIM

BARRAGEM DO TIETÊ


RIBEIRÃO PRETO-CANAVIAIS

VIAGEM DE PORTO ALEGRE A BRASÍLIA-1a etapa.

Iniciamos nossa viagem, via rodoviária, partindo de Porto Alegre, seguindo por Caxias, São Marcos, Vacaria, rumo a Lages, onde chegamos à noite. No caminho, de Santa Catarina, fotografei o prédio de um shopping de estrada que me chamou atenção pelo estilo, típico alemão, com  características arquitetônicas, bem como uma antiga ferrovia, na localidade de Três Barras, também em SC. Ingressando no Paraná, passamos por Ponta Grossa, quando registrei o Pôr-do-Sol, no percurso para São Paulo. À noite, após entrar no estado de São Paulo, pernoitamos em Itararé, cidade em que tivemos um ótimo acolhimento. Fiz questão de fotografar o interior do Hotel, motivado pelo ambiente com móveis lembrando o passado histórico. A cidade me trouxe à lembrança o Barão de Itararé, por vezes referido por historiadores com algumas tiradas de humor. Na saída, registrei plantações na zona rural do município que me chamaram atenção pelo verde das pastagens.
                                                                        
Shopping estilo alemão.

Ferrovia em Três Barras

Pôr-do-sol em Ponta Grossa-PR.

Sala de reuniões-Hotel-Itararé-SP.

Painel ilustrativo  no Hotel Itararé/SP.

Plantações- Saída de Itararé/SP.

domingo, 13 de abril de 2014

PORTO ALEGRE-PRÉDIOS HISTÓRICOS

Prédio dos Correios

Av. Sepúlveda

Biblioteca Pública Municipal

Teatro São Pedro

Casa com azulejos-Rua Duque de Caxias

Av. Borges de Medeiros

MARGS-Museu de Artes do Rio Grande do Sul
GUIDO EDMUNDO CALLEGARI